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quarta-feira, 21 de março de 2012

O Brasil está atrás

Segundo reportagem do jornal O Estado de Sã Paulo do dia 16.03.2012, o governo brasileiro exibe um estranho troféu quando compara o pífio desempenho econômico do país em 2011 com o resto do mundo e ainda tenta contar vantagem. No ano passado, o crescimento da economia brasileira foi menor que o grupo do G-20, sua inflação foi maior e seu investimento foi baixo. A China cresceu ( 9,2% ), Índia ( 7,3 % ), Indonésia ( 6,5 % ), Arábia Saudita ( 6,8% ), México ( 3,9% ), África do Sul ( 3,1% ), Alemanha ( 3,0% ), entre outros.

O baixo nível de investimento limita fortemente as possibilidades brasileiras de expansão econômica, sendo que o investimento do setor público depende basicamente da Petrobrás. O desempenho das outras estatais é, no melhor dos casos, medíocre. Os programas e projetos inscritos no Orçamento Geral da União e financiados diretamente pelo Tesouro são executados lentamente. Apesar disto, a tributação brasileira é muito mais pesada que a de outros países emergentes. Entretanto, é muito mais simples protestar contra a expansão monetária feita na Europa e nos Estados Unidos do que administrar com seriedade.

domingo, 18 de março de 2012

BMW

Por conta do " custo " Brasil, a BMW está avaliando cancelar a construção de uma fábrica no Brasil, sendo que Santa Catarina seria um fortíssimo candidato a recebê-la.

Que pena, pois o maior gerador de riquezas sempre foi e será o setor industrial, basta olhar para a China, o país vem se industrializando e distribuindo renda.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Placo Center em expansão

O empresário Davi Zimmermann acaba de inaugurar mais uma unidade da Placo Center, agora em Itajaí. A empresa é especializada em sistemas de drywall - tecnologia de  " paredes secas ", que proporciona agilidade e economia, sendo que este sistema é muito utilizado nos Estados Unidos e agora vem ganhando força no Brasil.

As unidades ( Itajaí e Florianópolis ) contém ambientes decorados com home theater, sala acústica, escritório e centro de treinamento. Além dos forros, paredes, revestimentos e todos os demais componentes e acessórios do sistema drywall, a Placo Center também representa e distribui produtos fabricados por outras empresas do Grupo Saint Gobain. Da Brasilit, podemos destacar as placas cimentícias, essencialmente utilizadas para confecção de paredes e painéis Masterboard. 

O atendimento é realizado em todo o estado com estrutura própria de entrega, velocidade e eficácia, ainda contando com escritório de vendas em Blumenau.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Desindustrialização

Muito me preocupa o processo de desindustrialização que estamos vivendo, ou seja, cada vez mais empresas estão reduzindo suas atividadades e comprando produtos importados, tendo por objetivo comercializá-los no mercado nacional. No primeiro momento parece interessante, pois o lucro é maior e bem mais rápido. Entretanto, temos que levar em considerção que cada emprego que deixamos de criar ou extinguir, é um consumidor a menos no futuro. Resumindo, vamos voltar a ser colônia econômica da China, Índia, Paquistão ou seja lá que for !!!!!

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Saiba como economizar no banquete

Confira a matéria abaixo, publicada pelo Jornal de Santa Catarina, e saiba como economizar em sua Ceia de Natal.

Com os preços variando de um estabelecimento para outro, dicas como a do economista Pedro Paulo Hugo Wilhelm, professor da Furb e coordenador da aferição mensal do Índice de Variação Geral dos Preços (IVGP), são muito válidas, uma vez que o assunto é controlar o orçamento de final de ano e iniciar 2012 com mais tranquilidade.

Saiba como economizar no banquete

Preços dos produtos chegam a triplicar de um supermercado para o outro.

BLUMENAU - Gerenciar o orçamento doméstico no fim do ano é uma tarefa difícil. O 13º salário e as férias dão ânimo à conta bancária. Em compensação, os presentes de Natal, a ceia, os passeios com a família e os impostos que batem à porta logo no início de 2012 junto com a lista de material escolar deixa à míngua qualquer saldo que tenha um sinal positivo na frente. Planejamento e pesquisa são as palavras chaves para terminar o ano no azul. Para ajudar nesta tarefa, o Santa percorreu sete supermercados de Blumenau para pesquisar preços de 18 itens mais comuns no jantar do dia 24 de dezembro. De um lugar para outro, a diferença de preços quase triplicou, dependendo do produto.

O levantamento, feito quarta-feira e ontem, considerou os preços mais baixos de cada produto disponível nas prateleiras, independente da marca. Por conta da diferença de quantidade que cada marca dispõe nas embalagens, foram calculados os preços por quilo ou litro. Do total de itens pesquisados, as nozes tiveram a maior diferença de preço, 231%. Os valores do quilo do pernil suíno variaram 160%. As menores diferenças ficaram com as duas aves tradicionais da ceia de Natal. O chester e o peru tiveram variação de 20,7% e 21%, respectivamente, nos preços. No somatório total das compras o Fort Atacadista teve o valor mais baixo (R$ 284,06). A diferença entre os totais foi de 21%.

O economista, professor da Furb e coordenador da aferição mensal do Índice de Variação Geral dos Preços (IVGP), Pedro Paulo Hugo Wilhelm explica que é importante incorporar alguns cuidados na rotina de ir às compras no mercado. Wilhelm considera que o principal deles é ter referências de preços dos produtos. O ideal é pesquisar ao menos em um lugar antes de comprar, assim fica mais fácil saber se o quilo do peru que se pretende comprar, por exemplo, está fora da média. Ter em mente a lista de compras e estabelecer um limite de gasto também ajudam a controlar os gastos.

– As pessoas também devem se recusar a comprar produtos de determinadas marcas que, por causa da época de maior procura, ficam caros demais. O ideal é trocar de marca, comprar um similar mais em conta ou ainda ir a outro mercado – aconselha Wilhelm.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Preços de alimentos natalinos sobem 4,65% em 12 meses, aponta FGV

Neste período, com as festas a caminho, devemos ficar atentos sobre como, e aonde, comprar nossos presentes e itens de fim de ano. Pois, como de costume, os preços já começaram a subir.

Confira e fique por dentro das altas e baixas dos produtos natalinos, lendo a matéria abaixo, retirada do jornal Folha de S. Paulo.

Preços de alimentos natalinos sobem 4,65% em 12 meses, aponta FGV
 
Os preços de alimentos e presentes natalinos subiram 4,65% de dezembro de 2010 até este mês, aponta levantamento da FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgado nesta sexta-feira (9).

Segundo o economista André Braz, os itens mais tradicionais para a ceia --sem contar os importados-- tiveram alta abaixo da inflação medida pelo IPC (Índice de Preços ao Consumidor, da FGV) que foi de 6,29%, entre dezembro de 2010 e este mês.

As maiores altas foram verificadas na cerveja (14,16%), bacalhau (10,34%) e refrigerante (10,82%). Em contrapartida tiveram redução de preço o azeite de oliva (-9,08%), frango especial (-2,44%) e vinho (-1,17%).

No grupo de presentes, a elevação também ficou abaixo do IPC/FGV, com média de 5,50% no período de um ano.

As elevações mais expressivas foram: as roupas infantis (12,31%), masculinas (8,64%) e femininas (7,71%). As reduções ficaram por conta de aparelho celular (-10,12%), videogame (-9,66%) e televisores (-6,64%) --todos sob impacto da maior concorrência com produtos importados, barateados com o câmbio.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Consumidor deve avaliar se a internet é a melhor opção para as compras de Natal

Ao decidir fazer compras pela internet, devemos ficar atentos a diversos detalhes, pois com o fim de ano aí e com os lojistas trabalhando a mil, muitos contratempos podem acontecer, como entregas em endereço errado, produtos extraviados, entregas atrasadas, entre outros.

Para tanto, a calma é sempre o melhor remédio. Uma ideia, também, é comprar em lojas de sua confiança, das quais você já é cliente; uma vez que experimentar, neste momento do ano, requer muita cautela.

Confira algumas dicas e informações na matéria abaixo, retirada do Portal Info Money.

Consumidor deve avaliar se a internet é a melhor opção para as compras de Natal

SÃO PAULO – Com a primeira parcela do décimo terceiro salário em mãos, muitos consumidores devem usá-la para fazer as compras de Natal. Uma das alternativas para realizar as compras é a internet, pois nela é possível pesquisar preços e comprar os produtos sem sair de casa, e também com a comodidade da entrega em domicílio.

Porém, os consumidores que ainda não compraram os presentes, devem avaliar se a internet é a melhor opção. “O consumidor deve avaliar se neste momento é melhor comprar na internet ou se na loja física é mais viável, principalmente por conta do prazo de entrega”, alerta a coordenadora Institucional da Proteste - Associação de Consumidores, Maria Inês Dolci.

Segundo a Proteste, os produtos adquiridos na internet podem ter diferentes prazos de entrega. Por isso, a Associação aconselha que o consumidor deva procurar lojas que ofereçam vários tipos de envio, incluindo entrega expressa.

Em um levantamento feito pela Proteste, foram encontrados sites com prazo de entrega de até 17 dias úteis. “Existem empresas que dão prazo de entrega de 30 a 40 dias, dependendo do produto. Se for esse o caso, o consumidor vai ficar sem presente”, explica a coordenadora.
Para continuar lendo, clique aqui.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Desaceleração econômica afeta intenção de consumo em SC

Infelizmente, com o número de empregos gerados pelo mercado catarinense diminuindo e a falta de qualificação do trabalhador, o estado vem sofrendo com a desaceleração econômica e vem, assim, consumindo menos.
 
O foco da matéria abaixo, retirada do portal Economia SC, está claramente voltado para razões econômicas. Porém, a questão do desemprego que abala o estado também deve ser levada em conta.

Pensem nisso.

Desaceleração econômica afeta intenção de consumo em SC

 
O acesso ao crédito, outro indicador de consumo medido pelo ICF, também apresentou queda mensal de 4,2%.
 
A desaceleração da economia brasileira parece finalmente impactar na intenção de consumo das famílias catarinenses. O Índice de Consumo da Famílias apontou queda de 3,2% em novembro deste ano. Já em comparação ao ano de 2010 o índice teve um crescimento expressivo de 8,7%.
 
O indicador é pesquisado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Santa Catarina (Fecomercio-SC) e a Confederação Nacional do Comércio (CNC).
 
Ao se analisar o emprego, a renda e o consumo atual, o índice de emprego apresentou crescimento de 2,8% na comparação mensal. Já as outras duas variáveis registraram queda de 4% na renda atual e 13,4% no consumo atual. Este movimento de desaceleração já era registrado desde agosto no restante do País e chega agora à Região Sul.
 
Mercado de trabalho
 
Segundo a Fecomércio, a queda é explicada pela perda de dinamismo no mercado de trabalho catarinense que é verificada todos os meses. De janeiro a outubro deste ano o mercado catarinense gerou 22,1% menos vagas de emprego do que no mesmo período de 2010.
 
O fator mais preocupante é a falta de qualificação do trabalhador. Entretanto, apesar do numero de empregos serem menor, o numero de contratações continua positivo em 2011. Gerando maior consumo.
 
O acesso ao crédito, outro indicador de consumo medido pelo ICF, também apresentou queda mensal de 4,2%. Apesar da queda, o índice continua elevado, o que demonstra que os consumidores catarinenses, mesmo com as medidas macroprudenciais adotadas pelo Banco Central desde o início do ano, ainda estão tendo facilidade no acesso ao crédito.
 
A perspectiva de consumo futura foi outro índice que apresentou tanto queda mensal quanto anual caindo 1,6% mensalmente e 4,3% anualmente, o que também evidencia a desaceleração do mercado de trabalho, fato que na avaliação da Fecomércio, indica um mês de dezembro com crescimento das vendas não tão grande como o de 2010.
 
De acordo com a Federação, não há motivo para o comercio se preocupar. Apesar da baixa do índice, as perspectivas ainda continuam elevadas. Além disso, desde agosto a taxa básica de juros vem caindo e, com a revisão das medidas que facilitam a concessão de crédito, a desaceleração deve estagnar a partir do inicio de 2012.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Crise Européia

Hoje as agências de risco rebaixaram a nota de três grandes empresas italianas do setor de energia e de dois bancos. Entretanto, os investidores estão animados com a possibilidade do Banco Central Europeu efetuar a capitalização de vários bancos no velho continente.

A verdade é que grandes bancos não quebram, pois geralmente há o aporte governamental. Esta medida ocorre devido ao risco eminente de uma " quebradeira " geral, o que acarretaria em um desastre mundial no setor financeiro e, por consequência, no industrial.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Aumento do IPI

A alguns dias o governo brasileiro elevou em trinta pontos percentuais a alíquota de IPI para carros importados, ou seja, o consumidor vai pagar a conta. Pergunto, esta é a medida certa para proteger a indústria nacional ?

Com certeza não. Precisamos que o governo haja no sentido de reduzir a carga tributária e outros custos diretos que tornam nosso custo de produção caro, pois precisamos tornar nossa indústria competitiva para que possamos competir em um mercaddo global.

O caminho é desonerar a produção e, por consquência, gerar empregos e renda.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Benner Sistemas se une com grupo Globalweb

Empresa de Blumenau funde com grupo Globalweb e fica entre as 10 maiores empresas de tecnologia de informação do Brasil


A Benner Sistemas vai contratar 100 profissionais de informática até o ano que vem. A empresa blumenauense especializada no desenvolvimento de software para gestão empresarial já tem 20 vagas abertas.

A medida faz parte de um plano ousado da Benner que há pouco anunciou a união com Globalweb Outsourcing e MS-Sequoia. Juntas, elas formam a holding (empresa societária administradora) Globalweb Corp S.A., que começa as operações com previsão de faturamento de R$ 240 milhões no ano fiscal de 2011.
 
Assim, a Benner acompanha outra blumenauense, a Senior Sistemas, e passa a figurar entre as 10 maiores empresas de tecnologia de informação do país. Sozinha, a Benner ocupava a 181ª colocação.

A multiplicação dos negócios por meio da união é o caminho para o crescimento. O fundador e administrador da empresa blumenauense, Severino Benner, assume agora a presidência da holding Globalweb Corp. 

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A classe C catarinense tem um perfil tradicional

Compartilho com vocês uma pesquisa muito interessante realizada pela Fecomércio. A matéria revela o perfil da classe que representa 64% da população do Estado.

Classe C catarinense consome muito, poupa pouco e é informatizada
 
A classe C catarinense tem um perfil tradicional. Na grande parte das famílias é o homem que trabalha e sustenta a casa. As mulheres "chefes de família" são minoria e tem um salário inferior ao masculino. Em termos gerais, esses são as características apontadas por uma pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio SC) que analisou a vida da nova classe média em Santa Catarina.
 
O levantamento apontou que boa parte da classe C não completou a sua formação, parando de estudar antes de terminar o ensino superior. Segundo os dados, 34 % dos pesquisados tem um nível escolar médio, incompleto ou completo e 31% tem o nível superior completo ou incompleto.
 
Quanto ao trabalho, o estudo revelou que a maioria dos chefes de família da classe tem empregos com carteira assinada (48%). Para a Fecomércio, esse resultado expressa um alto grau de contratações do estado e um elevado índice de formalização dos empregos.
 
Um número significativo de famílias possui itens como computador (82%) e acesso à internet (81%). Além disso, bens básicos como automóvel e casa própria foram citados por 82% e 83% dos entrevistados, respectivamente.
 
Apesar na nova classe ter impulsionado as vendas nos últimos anos, os principais gastos continuam sendo com supermercado e alimentação. Segundo a Fecomércio, essa parcela da população tem um grande potencial de consumo, já que a maior parte da renda é destinada às compras. Apesar gastar bastante e poupar pouco , as famílias demonstram ter um bom controle financeiro, evitando a inadimplência.
 
Os dados foram recolhidos entre os dias 6 e 22 de junho através de entrevistas com 3.626 indivíduos em Florianópolis, Joinville, Blumenau, Criciúma, Lages e Chapecó. Entre as pessoas enquadradas na classe estudada, foram entrevistadas 41% pertencente à classe C1 (com rendimentos entre R$ 2.990,00 à R$ 4.854,00) e 59% de pessoas da classe C2 (com renda entre R$ 1.126,00 à R$ 2.990,00).
 
Fonte: Economia SC

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Mercado diminui previsão de crescimento do PIB pela quarta semana

A projeção de analistas do mercado financeiro para o crescimento da economia este ano caiu pela segunda semana seguida, e pela quarta no ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 3,84% para 3,79%. 

Para 2012, também foi reduzida a estimativa, de 4% para 3,9%. A informação consta do boletim Focus, pesquisa semanal feita pelo BC com base em projeções para os principais indicadores da economia.

A estimativa para o crescimento da produção industrial, neste ano, permanece em 2,96%. Para 2012, a projeção caiu de 4,34% para 4,3%.

Os especialistas  do mercado financeiro esperam por manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 12,50% ao ano, na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), marcada para esta semana. A expectativa é que a taxa seja mantida nesse patamar até o final do ano.
 
A previsão dos analistas para a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), este ano, subiu pela segunda semana seguida, de 6,28% para 6,31%. 

Para 2012, a estimativa foi mantida em 5,20%. As projeções para o IPCA em 2011 e no próximo ano estão acima do centro da meta de inflação de 4,5%, mas dentro do limite superior de 6,5%.
 

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Desemprego fica em 6% em julho, menor para o mês desde 2002

Notícia da Folha de S. Paulo de hoje: a taxa de desemprego ficou em 6% em julho, abaixo dos 6,2% apurados em junho. Segundo divulgação do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quinta-feira (25), este é o menor percentual para os meses de julho desde o início da série, em março de 2002.

No ano, a menor taxa havia sido registrada em janeiro, quando a variação ficou em 6,1%. Em comparação a julho de 2010, houve um recuo de 0,9 ponto percentual, pois a taxa verificada há uma ano era de 6,9%.

O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado registrou alta de 1,2%, para 10,9 milhões, na comparação com junho. Na comparação anual, houve uma elevação de 7,1%, representando um adicional de 726 mil postos de trabalho com carteira assinada.

O rendimento médio real (descontada a inflação) dos ocupados chegou ao valor mais alto para os meses de julho desde 2002, com a cifra de R$ 1.612,90. A elevação foi de 2,2% na comparação mensal e de 4% ante julho de 2010.

Os dados são da Pesquisa Mensal de Emprego, verificados nas cidades de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Oktoberfest já começa a movimentar a economia de Blumenau

Ótima notícia para a economia da cidade. As cervejarias da região já começam a contratar mão de obra para trabalhar na Oktoberfest. A matéria é do Jornal de Santa Catarina, para ler na íntegra, basta clicar aqui.

A 44 dias do início da 28ª Oktoberfest, que ocorre de 6 a 23 de outubro em Blumenau, empresas já iniciaram processo de seleção. Até o momento, há 625 vagas abertas para trabalhar nos 18 dias de Oktober.
 
A maioria das vagas são para trabalhar em lojinhas de artigos para turistas e nas cervejarias artesanais. Só no comércio de rua e nos dois shoppings, em Blumenau, devem surgir mais 1,8 mil vagas.
 
Juntas, as cinco cervejarias artesanais que vão atuar na Oktoberfest devem contratar mais de 100 pessoas para trabalhar exclusivamente como servidores de chope. A maioria das empresas vai receber currículos até a primeira quinzena de setembro para dar início à seleção. O número de vagas temporárias, entretanto, deve aumentar, pois há três áreas que ainda não abriram vagas.
 
A Blucredi foi a única que fechou período de inscrições para o recrutamento de caixas para Okober. Foram abertas 120 vagas e o processo de inscrição terminou ontem.



terça-feira, 23 de agosto de 2011

Intenção de consumo das famílias catarinenses sobe 2,4% em agosto

Notícia boa para nossa economia publicada no portal Economia SC.

O índice que mede todos os meses a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) de Santa Catarina apresentou elevação de 2,4% em agosto com relação a julho, passando de 132 pontos para os atuais 135,2 pontos. Divulgado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de SC (Fecomércio) e Confederação Nacional do Comércio (CNC), o levantamento antecipa o potencial das vendas do comércio.

Os entrevistados também foram questionados sobre a situação de emprego e renda que registraram crescimento mensal de 3,4% e 4,1%, respectivamente. A maioria (47,9%), afirmou que se sentia mais seguro em agosto desse ano do que no mesmo período de 2010.

Com relação à renda atual, o que leva ao alto índice encontrado é o fato de 56% dos entrevistados afirmarem ter uma renda melhor em agosto de 2011 que no mesmo mês de 2010. Segundo a Fecomércio, os resultados positivos estão vinculados ao desempenho favorável do mercado de trabalho no estado, que, segundo os últimos dados divulgados pelo CAGED (Cadastro Geral de Emprego e Desemprego), teve saldo positivo em julho com 3.006 vagas com carteira assinada.

A perspectiva profissional do catarinense foi o único item do ICF que apresentou patamar abaixo dos 100 pontos, indicando uma situação ruim. Na comparação anual, a queda no item foi de 37,1%, passando de 158 pontos em agosto de 2010 para o atual, de 99,4 pontos. Na avaliação da Fecomércio a origem deste dado está na ausência de mão-de-obra qualificada percebida hoje na economia brasileira e catarinense, que leva a um sentimento de insatisfação em relação à perspectiva profissional. Para a maioria (45,3%) a perspectiva profissional é negativa, e 44,7% dos entrevistados acreditam que o futuro profissional é positivo.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Datafolha aponta preferência pelas sacolas plásticas nas compras

Pesquisa Datafolha revela que 84% dos consumidores apontam as sacolas plásticas como meio mais frequente para carregar as compras. Em segundo lugar, aparece a sacola de pano e nylon, com 11%, seguida de carrinho de feira, 3%, e caixa de papelão, 2%. O Datafolha mostra, ainda, que 82% não concordam com o pagamento pelo uso das sacolas plásticas.

Dos entrevistados, 81% concordam que a cobrança pelas sacolas plásticas daria mais lucro para o comércio; 57% concordam em que a proibição da distribuição das sacolas prejudicará a população; 96% que o comércio distribua sacolas biodegradáveis, caso as sacolas plásticas fossem proibidas.

A pesquisa mostra que de cada dez pessoas entrevistadas, cinco consideram as sacolas plásticas o melhor meio para transportar as compras. Sacolas de pano, nylon e de feira são apontadas como a melhor opção por 27% dos entrevistados, seguidas de carrinhos de feira, 12%, caixa de papelão, 6%, sacolas de papel, 3% e outros meios, 2%. Para os que dizem que as sacolas plásticas são o melhor meio de transporte para as compras, a resistência da embalagem e sua reutilização são apontadas como as razões para a escolha. “Por serem duráveis, resistentes, higiênicas, inertes, 100% recicláveis e oferecerem economia e praticidade ao consumidor é que as sacolas plásticas são apontadas como a preferência da população”, afirma Alfredo Schmitt, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief).

Caso as sacolas fossem proibidas, 64% entendem ser obrigação do comércio fornecer gratuitamente alternativas para transportar as compras e somente 10% acham que o comércio deveria vender outro tipo de sacolas.

O Datafolha mostra que 88% dos usuários de sacolas plásticas costumam reutilizar essas embalagens, 7% descartam as sacolas e 6% dizem que mandam para reciclagem.

Em questão que permitia múltiplas escolhas, os entrevistados que reutilizam as sacolas indicaram como finalidade do reuso o acondicionamento de lixo (96%), o recolhimento de sujeira de animais (51%), a utilização para transportar outros objetos (66%), o uso para separar o lixo a ser levado à reciclagem (39%), para armazenar mantimentos (26%), guardar roupas (17%) ou a utilização como matéria prima para confeccionar outros produtos (4%).

Feitas de polietileno, as sacolas plásticas são 100% recicláveis. Porém, o Datafolha mostra que a maior parte da população desconhece esse fato. Somente 38% responderam que as sacolas plásticas são recicláveis. Para 45% da população, as sacolas não são recicláveis e 17% não    souberam responder. “Para que se garanta o direito do consumidor escolher a melhor embalagem para carregar as compras e ao mesmo tempo a preservação do meio ambiente, acreditamos que a educação é a saída que vai garantir o uso consciente e o descarte correto das sacolas plásticas”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida instituto Sócio Ambiental dos Plásticos.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Impostos

Hoje nosso país completa R$ 900 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais pagos pelos brasileiros desde o início deste ano, segundo o Impostômetro.

Do montante, os catarinenses pagaram até a tarde desta quarta-feira R$ 7,6 bilhões em impostos. Com esse valor, seria possível construir mais de 371 mil casas populares de 40 m2, pagar quase 15 milhões de salários mínimos, comprar mais de 109 mil ambulâncias equipadas e comprar mais de 328 mil carros populares.

Em 2010, os R$ 900 bilhões só foram alcançados 34 dias mais tarde, em 21 de setembro. Em 2009, a marca foi atingida em 7 de novembro. Em 2008, em 9 de novembro; e em 2007, em 24 de dezembro. Em 2006 e 2005 esse número sequer foi atingido.

Fonte: Economia SC

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Crise internacional e o reflexo brasileiro:

Compartilho com vocês uma matéria retirada do site Economia SC.

A notícia não é das melhores. Em resumo, fala sobre a vulnerabilidade de nosso mercado com o aprofundamento da crise financeira. É bom ficar de olho nas oscilações do mercado:

Crise internacional pode reduzir investimentos diretos no Brasil

O aprofundamento da crise financeira internacional pode tornar o Brasil mais vulnerável às turbulências globais por meio de um mecanismo que fundamentalmente tem servido como fonte de compensação para os rombos nas contas externas: os investimentos estrangeiros diretos.

Especialistas acreditam que o agravamento da crise nas nações desenvolvidas provocará uma queda no fluxo de investimentos diretos que entram no país. A diferença entre as avaliações está na intensidade do fenômeno e nos possíveis efeitos da redução desse tipo de recurso sobre a economia brasileira.

Os investimentos estrangeiros diretos são os recursos que entram no país para criar empregos e expandir ou modernizar a capacidade produtiva, como a construção de fábricas e a compra de equipamentos. As dificuldades nos países avançados podem fazer as matrizes de empresas multinacionais adiarem ou cancelarem investimentos nas filiais em outros países.
 
O professor de economia internacional André Nassif, da Universidade Federal Fluminense (UFF) e da Fundação Getulio Vargas (FGV), é menos otimista. Para ele, é falsa a impressão de que o país está mais preparado para enfrentar uma nova crise global do que em 2008, como declararam na última semana o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini.

Nos seis primeiros meses do ano, os investimentos diretos líquidos bateram recorde e somaram US$ 42,7 bilhões, segundo o Banco Central. Esse valor representa a diferença entre o que as empresas estrangeiras investem no Brasil e o que as companhias brasileiras investem no exterior.
 
Desse total, o ingresso de recursos por meio de empréstimos intercompanhia soma US$ 23,8 bilhões, dos quais US$ 17,1 bilhões vêm de filiais de multinacionais brasileiras que devolvem dinheiro para a matriz no país. Esse valor tinha sido US$ 15,2 bilhões em todo o ano passado e é cinco vezes maior que os US$ 3,2 bilhões registrados no primeiro semestre de 2010. "É difícil acreditar que pelo menos parte desse dinheiro não esteja sendo usada para especulação", ressalta Nassif.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Crise é do mercado financeiro, não de governos.

Depois de um período sem postar, estou voltando com uma entrevista interessante que li ontem no Estadão.

A reportagem é da jornalista Eleonora de Lucena.

A matéria inicia dizendo que a crise atual é fruto do mercado financeiro, não de governos mal comportados.

O que está havendo é um sucessivo estouro de bolhas, e os governos deveriam ampliar seus deficits, não cortá-los. Para isso, os políticos precisam se emancipar de Wall Street.

A visão exposta acima é de Heiner Flassbeck, diretor da Divisão de Globalização e Estratégias de Desenvolvimento da Unctad (Conferência da ONU para o Comércio e Desenvolvimento). Para o economista, que foi vice-ministro de Finanças da Alemanha (1998-1999), a recessão de agora pode ser pior e seguir o formato da japonesa.

Para ele é essencial enxugar o mercado financeiro e lembrar uma coisa simples: "os salários são o componente mais importante para a demanda privada e o capitalismo não funciona sem aumento do salário dos trabalhadores".

Flassbeck, professor da Universidade de Hamburgo, que classifica como ridículas as agências de risco, estará no Brasil na próxima semana para um seminário promovido pelo Centro Internacional Celso Furtado.

Leia a entrevista dele para o Estadão aqui.