segunda-feira, 7 de março de 2011

O Discurso do Rei

Fui assistir ao filme o Discurso do Rei e achei fantástico. É uma história verídica e merece ser vista. Contudo, minha satisfação foi ter visto a conduta, postura e principalmente a perseverança do Rei George VI.

O filme também expõe de forma clara, a importância de termos um amigo leal e verdadeiro, que traz a tona a verdade e não aquilo que queremos ouvir.

sexta-feira, 4 de março de 2011

CADE aprova compartilhamento de caixas eletrônicos entre bancos

A iniciativa do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) pode facilitar a vida de muitas pessoas. Foi aprovado nesta semana o compartilhamento de caixas eletrônicos entres os bancos Bradesco, Banco do Brasil e Santander.

O plenário aprovou testes iniciais que abrangerão 700 terminais de autoatendimento. O compartilhamento definitivo das redes, que será realizado em um segundo momento, terá que ser avaliado novamente pelo conselho.

A rede conjunta poderá chegar a 11 mil caixas eletrônicos e atingirá apenas os caixas externos. Segundo o CADE, os bancos informaram que ainda não há um consenso sobre como será viabilizada a operação.

Com base no texto de LORENNA RODRIGUES, DE BRASÍLIA

quinta-feira, 3 de março de 2011

FIESC tem inscrições abertas para missões à Argentina e ao Panamá

Para quem se interessa em feiras internacionais, esta dica é muito interessante. A FIESC está com inscrições abertas para missões empresariais à Argentina e ao Panamá. Na Argentina, a Federação participará da Feira Internacional da Alimentação (FIAR), um dos mais conceituados eventos do setor de alimentos e bebidas da América do Sul, que ocorrerá de 12 a 16 de abril em Rosário. As inscrições devem ser feitas até o dia 1º de abril no site www.fiescnet.com.br/cin.

Já na missão ao Panamá, que ocorrerá de 21 a 27 de março na Cidade do Panamá, a FIESC participará da Expocomer, feira multissetorial que reúne setores como alimentos e bebidas, têxtil, construção, tecnologia e serviços. As inscrições se encerram amanhã, 4 de março e devem ser feitas no site www.fiescnet.com.br/cin.

Se você achou interessante e quer participar, pode encontrar mais informações pelo telefone (48) 3231-4651.

Fiesp mira China antes de visita de Dilma Rousseff ao país

DA REUTERS, EM SÃO PAULO / Folha de S. Paulo

A menos de dois meses da visita da presidente Dilma Rousseff à China, o setor produtivo brasileiro mantém a artilharia contra o país asiático que já é o principal parceiro comercial do Brasil.

A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) critica a qualidade do comércio entre os dois países e acusa os exportadores chineses de práticas desleais, incluindo dumping.

Para Paulo Skaf, presidente da entidade, os produtos chineses que entram no mercado brasileiro prejudicam a indústria nacional e desincentivam a criação de empregos.

"Na relação com a China, a gente exporta commodities e matérias-primas e importa manufaturados. Essa não é a relação ideal para o Brasil", disse Skaf à Reuters.

"Não estamos contra a relação com a China, desde que não haja práticas desleais e ilegais e não fique uma troca em que eles levem nossas matérias-primas e nos vendam com valor agregado, gerando emprego lá", resume Skaf.

O dirigente gostaria que a indústria local é que estivesse enviando manufaturados para o poderoso mercado consumidor chinês.

O desequilíbrio nas trocas se traduz em números: enquanto 97,5% das importações brasileiras da China foram de bens manufaturados em 2010, apenas 5% das exportações brasileiras são provenientes deste setor, segundo dados da federação.

Como resultado, segundo a entidade, a indústria brasileira teria deixado de gerar 300 mil empregos em um ano.

Analisando apenas os saldos, as trocas entre os dois países são bastante favoráveis ao Brasil.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Por que o preço do algodão não vai baixar

Compartilho com vocês a notícia que explica por que os preços do algodão - que têm apresentado a mais fantástica alta da história – não vão baixar. Enquanto os preços estão acima de seu recorde de 157,23, a alta permanecerá forte e aquecida em 2012, com grandes possibilidades de se manter em 2013. A nova safra de dezembro de 2011 continuará acima do patamar de um dólar.

Com o aumento da produção de grãos (para ração e alimentação), o algodão sofreu uma queda no plantio, no ano de 2005. Com o passar dos anos, as fontes continuaram a se esgotar, enquanto o mercado utilizava - de forma exagerada – o produto. Com este panorama, a lei da oferta e da procura impera e acontece a alta do algodão.

Isso é o que provoca o overprice no algodão. Outro ponto a ser considerado é que a  oferta mundial de algodão não se recompõe em um ano, como também o estoque de oleaginosas e grãos como estão hoje. O algodão está agora em um ciclo competitivo de plantio e permanecerá assim por, no mínimo, dois anos e especificamente até todas as comodities se recomporem.

O próximo passo será a utilização de novas áreas para produção – o que tem de sobra. Isso levará de cinco a dez anos. Enquanto isso o algodão continuará seu ciclo de alta e ainda veremos por vários meses a escalada mágica de seu preço em dólar.


terça-feira, 1 de março de 2011

Com crescimento da demanda, Braskem vê chance de ir ao mercado

Vanessa Dezem / Valor Econômico

A demanda de resinas termoplásticas deve avançar 10% neste ano no Brasil e, diante do retorno do ciclo de crescimento do setor químico, a Braskem pretende voltar a captar no mercado. Segundo as projeções da empresa petroquímica, a demanda no segmento de resinas termoplásticas totalizou 4,9 milhões de toneladas em 2010, frente aos 4,3 milhões de toneladas registradas no ano anterior.

“O crescimento de 2010 não é isolado. O ciclo de alta do setor petroquímico deve voltar até 2014-2015”, afirmou o presidente da empresa, Carlos Fadigas. Segundo ele, houve um desequilíbrio em 2009, quando a demanda no setor não cresceu e havia novas capacidades entrando no mercado. Para o executivo, esse balanço entre oferta e procura só melhora a partir deste ano. “Acredito que retomamos o ciclo”, completou.

Diante das perspectivas positivas, a Braskem deve voltar ao mercado para realizar captações. “Se o ciclo de alta desse mercado se consolidar, emissão de equities é algo que temos de considerar”, destacou Fadigas. Ele afirmou, no entanto, que, no curto prazo (em 12 meses), é pouco provável que a companhia realize uma emissão.

Pedidos à indústria na zona do euro crescem 17,6% no fim de 2010

Francine De Lorenzo / Valor Econômico
As encomendas às indústrias da zona do euro em 2010 aumentaram 17,6% em dezembro em relação ao mesmo mês do ano anterior, segundo dados divulgados pela Eurostat, a agência de estatísticas da União Europeia. No conjunto dos 27 países que compõem a União Europeia, o crescimento foi ligeiramente menor, de 17,2%.

Em dezembro, os 16 países que adotam a moeda única europeia registraram expansão de 2,1% nos pedidos à indústria, após aumento de 2,2% em novembro. Já em toda a União Europeia, o crescimento em dezembro foi de 2,5%, após expansão de 1,7% no mês anterior.

Na comparação com o último mês de 2009, o crescimento foi de 18,5%, tanto para a zona do euro, quanto para toda a União Europeia.

Entre novembro e dezembro do ano passado, as encomendas de bens de capital subiram 3,7% na zona do euro e 5,4% na União Europeia. O crescimento nos pedidos de bens intermediários para a zona do euro e União Europeia foi de 2,4% e 2,1%, respectivamente. Para bens não duráveis, houve aumento de 1,9% na zona do euro e estabilidade na União Europeia. Em bens duráveis, entretanto, foi verificada queda de 2,3% na zona do euro e 1,9% na União Europeia.

Dos países da União Europeia com dados disponíveis, 15 registraram aumento nos pedidos à indústria e sete contabilizaram queda. As maiores altas foram vistas na Estônia (26,4%) na Holanda (9,7%) e na Itália (9,1%), enquanto as maiores quedas foram apresentadas pela Hungria (-18,5%), Irlanda (-12,4%) e Bulgária (-6%).